domingo, 13 de janeiro de 2013
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Aquém das Nuvens

lembranças do imaginário coletivo.
Ficha técnica
Produção: Filmes de Abril e Preta Portê Filmes.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
No documentário Eu tenho a palavra, Lilian Santiago convida para o reavivamento dos dialetos africanos por meio da documentação da cultura afro-mineira. Na obra, a diretora ressalta a presença e importância da cultura banto, muitas vezes esquecida pelos principais estudiosos
que centraram suas visões na supremacia dos iorubás-nagôs. Para Lilian, a cultura banto pode ser considerada a mais antiga e superior em número e em distribuição geográfica no território brasileiro, por isso, “Eu tenho a palavra é um documentário que pretende contribuir para a valorização da participação da cultura banto, preservada pela oralidade, na configuração do patrimônio cultural brasileiro”, afirma a diretora.
Venha conferir com a gente!

Sinopse: “Eu tenho a palavra” é uma viagem lingüística em busca das origens africanas da cultura brasileira. O antigo reino do Congo foi a origem da maioria dos africanos escravizados no Brasil que, no cativeiro, criaram diversos dialetos para que pudessem se comunicar
livremente.
A “língua do negro da Costa” é um desses dialetos, ainda preservado no bairro da Tabatinga, em Bom Despacho, MG. O idioma é composto por um português rural do Brasil-Colônia e línguas do grupo Banto, com predomínio do mundo, falado até hoje em Angola.
Dois personagens - um falante da “língua do negro da Costa” e outro falante de mundo - nos guiam nessa viagem transoceânica de reconhecimento.
Ficha Técnica
Direção: Lilian Solá Santiago
Produção: DSS Produções
Fotografia e som: Valnei Nunes
Montagem: Leandro Goddinho Trilha
sonora original: Fernando Alabê
Duração: 26 minutos, São Paulo, 2010
Data: 15 de setembro (sábado)
Horário: às 18h
Local: Ação Educativa
Endereço: Rua General Jardim, 660 – próximo à estação de metrô República.
INFORMAÇÕES
(11)9996.8435 – Rita
(11) 7471-6766 – Luciete
cinepalmarino@gmail.com
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Um sabor de quero mais!
A partir do filme A Cidade das mulheres, os debatedores explicitaram as negociações entre homem e mulher no interior dos terreiros, a contribuição feminina para a identidade das comunidades, os diversos momentos da diáspora, a pretensa pureza de algumas nações, a questão da dupla pertença defendida por alguns estudiosos e o manifesto contra o sincretismo lançado pela mãe Stella de Oxóssi e outras ialorixás baianas.
Foi um momento de aprendizado que deixou o sabor de quero mais!
Para saber mais, leia os livros:
Cidade das Mulheres - Ruth Landes
O candomblé da Barroquinha - Renato Silveira
O candomblé da Bahia - Roger Bastilde







segunda-feira, 23 de julho de 2012
Cine especial de aniversário
Exibição especial - Documentário Cidade das Mulheres
26ª edição
O documentário tem como protagonistas: Mãe Stella de Oxóssi, a Yalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá, Mãe Altamira Cecília, Mãe Carmem, Mãe Nitinha de Oxum, Mãe Gisele Cossard, Mãe Bida; entre outros.
“O filme Cidade das Mulheres é uma resposta à Ruth Landes, antropóloga norte-americana que, no ano de 1939, esteve na Bahia pesquisando a raça negra e se surpreendeu com a força e a soberania que as mulheres do candomblé exerciam numa organização matriarcal. Seu pensamento será um dos fios condutores deste documentário, ilustrado por imagens das festas populares e dos cultos africanos, das famosas mães de santo e da beleza exuberante da cidade de Salvador”. (Prof. Nego Zara).
DEBATEDORES
- Cristiano Aparecido de Araujo Cruz - Graduado em História (UNESP); Mestrado em História Social (PUC-SP) com a dissertaçãointitulada “Meu materialismo me limita: Candomblé e Consciência Política em‘Jubiabá’de Jorge Amado”.
Entrada Franca
QUANDO
Dia 11 de agosto às 18h
ONDE ACONTECE O CINE PALMARINO?
Ação Educativa
ENDEREÇO
Rua General Jardim, 660 - São Paulo - SP
